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30 de agosto de 2025
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Neil Druckmann admite anacronismo em The Last of Us por música marcante do jogo

O anacronismo de Future Days na narrativa

Na segunda temporada de The Last of Us na HBO, uma das músicas mais emblemáticas do jogo, Future Days do Pearl Jam, foi usada em um momento emocional que reforça a conexão dos fãs com a história. Contudo, essa escolha gerou discussão devido ao seu contexto cronológico, já que a música foi lançada em 2013, enquanto no universo da série a pandemia do cordyceps teve início em 2003, tornando improvável que Joel conhecesse ou tivesse acesso a ela na trama temporal apresentada.

Contexto e detalhes sobre a Música

“Future Days” faz parte do álbum Lighting Bolt, lançado em 2013. Sua inclusão em uma narrativa ambientada em 2003, dentro do universo de The Last of Us, configura um claro anacronismo. Apesar das inconsistências cronológicas, a música carrega um forte simbolismo do amor entre Joel e Ellie, reforçando o impacto emocional e a importância da trilha sonora na obra.

Neil Druckmann explica a escolha da música

Neil Druckmann, diretor do 6º episódio da segunda temporada, reconheceu essa discrepância, mas justificou sua presença por seu peso emocional e significância para os fãs e a narrativa do jogo. Em entrevista à Variety, ele afirmou: “Bem, não tenho certeza de quando foi escrito. Você teria que perguntar isso ao Eddie Vedder. Contudo, foi lançado ao público em 2013 e é anacrônico, pois não deveria existir em nossa linha do tempo. Quando desenvolvíamos esse episódio, inicialmente, outra música seria usada. Conforme explorávamos as possibilidades, percebemos que priorizar essa questão era equivocado. Claramente, estamos fora da mesma linha do tempo que o nosso universo”.

Outras músicas e ajustes na narrativa

Além de Future Days, a canção Through The Valley, de Shawn James, lançada em 2012, também foi utilizada na série, embora também não condizisse com a cronologia oficial do universo de The Last of Us. Essas escolhas musicais reforçam o impacto emocional da produção, mas ilustram certas liberdades criativas feitas pelos produtores para potencializar a narrativa.

Impacto na experiência dos fãs e futuras versões

Mesmo com essas liberdades cronológicas, a utilização dessas músicas fortalece a conexão emocional do público com a história. Neil Druckmann explicou que tais escolhas são feitas para atender às expectativas e sentimentos dos fãs, enriquecendo a experiência além dos limites do tempo linear. Essa abordagem cria debates construtivos sobre a fidelidade cronológica, focando na essência emocional e narrativa.

Considerações finais

O reconhecimento de Neil Druckmann da incoerência cronológica demonstra a prioridade dada à narrativa emocional do universo de The Last of Us. Para os fãs, essas decisões reforçam que o mais importante é a experiência afetiva proporcionada pela história, quer seja no jogo ou na adaptação televisiva.

Assista ao trecho onde Neil Druckmann comenta o tema:

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